
Somos
O Teatro Marie Padille nasceu do sonho de uma família que acredita na arte como força de transformação e de conexão entre as pessoas.
Criado por Edna Pinato, Arnoldo Reis Jacaúna e seus filhos Priscila e Henrique Pinato, o Teatro foi erguido com recursos próprios e priorizando a contratação de trabalhadores locais, tornando-se o primeiro teatro da região do Entorno do Distrito Federal, no eixo Brasília-Anápolis.
Mais do que um espaço de espetáculos, é um gesto de fé, um símbolo de identidade e um convite para viver a cultura em sua forma mais pura, como encontro, aprendizado e esperança.
um palco de vida, arte e esperança!
Nossa história
A história do Teatro Marie Padille é feita de contrastes, encontros e raízes.
Edna veio do interior de São Paulo, filha de trabalhadores rurais que viveram da enxada e da cultura popular, das festas, das cantigas e das colheitas.
Arnoldo nasceu no Amazonas, em meio à cultura ribeirinha, onde o café da manhã é peixe fresco com tapioca e as histórias são contadas à beira do rio.
Ambos cresceram cercados de simplicidade e beleza. Assim, aprenderam a enxergar arte nas pequenas coisas. Desse encontro entre o campo e a floresta nasceu uma família que sempre acreditou que a cultura é parte da vida e da esperança e, por isso, é um direito de todos!
Em 2021, decidiram transformar esse ideal em realidade. Escolheram Alexânia-GO, cidade do Entorno do Distrito Federal, para fincar as bases do projeto. Entre duas capitais, mas distante das oportunidades culturais, Alexânia foi o solo fértil onde o sonho se enraizou.
Como costuma dizer a Dra. Edna:
“Onde nem o cinema chegou, o teatro ousou nascer.”
Nossa missão
Levar a arte, a cultura e o conhecimento para lugares onde eles ainda não chegaram, criando pontes entre o local e o global, entre o tradicional e o contemporâneo, entre o humano e o tecnológico.
Promovemos a arte como ferramenta de transformação pessoal e social, acreditando que cada espetáculo, cada curso, cada gesto artístico pode despertar conexão, alegria e esperança. Tudo isso em um espaço onde o futuro é cultivado pela sensibilidade.
Nosso propósito
Transformar pela arte, educar pelo belo
Para isso, entendemos que o nosso grande propósito é fazer da arte um bem essencial.
Queremos inspirar novas gerações de artistas, educadores e empreendedores criativos, fortalecendo a economia local e as redes culturais do Cerrado.

Nosso legado
Mais do que um edifício com 130 lugares, o Teatro Marie Padille é um palco de transformação.
Aqui, a arte se torna ponte entre mundos.
Aqui, o Cerrado se faz centro, de cultura, de beleza e de esperança.
O Teatro Marie Padille é, antes de tudo, uma história de amor:
pelo território, pelas pessoas, e pelo poder infinito da arte de despertar o que há de melhor em cada ser humano.
O Cerrado agora tem um palco... e um coração que pulsa cultura.
Quem é Marie Padille?
Na origem, o objetivo primeiro do Teatro Marie Padille é homenagear todas as “Marias”, desde as mais humildes às maiores celebridades do planeta. E, depois, celebrar a vida de uma ancestral dos donos do Teatro, a Madame “Marie Padille”, Rainha na França, não do mundo político, mas da seara do amor.
A história completa e os feitos desta grande “Maria” é contada no espetáculo permanente apresentado no palco do Teatro Marie Padille, que está sendo construído em pleno coração do cerrado, na região centro-oeste do Brasil.
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O Nome que Provocou Silêncios e Vozes
O Teatro Marie Padille nasceu carregando em si não apenas o peso de erguer um palco no interior do Brasil, mas também a força simbólica de seu nome. Escolhido para homenagear a atriz homônima, evocava beleza, arte e coragem.
No entanto, desde sua fundação, enfrentou olhares enviesados. A razão? Sua semelhança com o nome de uma entidade cultuada nas religiões afro-brasileiras: Maria Padilha, da Umbanda. Essa coincidência foi suficiente para despertar preconceito, revelando como ainda persiste no Brasil um imaginário social marcado pela intolerância religiosa.
Mas o que poderia ser motivo de fragilidade transformou-se em ato de resistência cultural. O teatro assumiu essa polêmica como parte de sua identidade, reafirmando-se como espaço de pluralidade, respeito e liberdade.
Assim, o nome Marie Padille carrega hoje não apenas a memória de uma atriz, mas também o lembrete de que a arte só cumpre seu papel quando enfrenta tabus e dá voz ao que é silenciado.
