Somos
O Teatro Marie Padille nasceu do sonho de uma família que acredita na arte como força de transformação e de conexão entre as pessoas.
Criado por Edna Pinato, Arnoldo Reis Jacaúna e seus filhos Priscila e Henrique Pinato, o Teatro foi erguido com recursos próprios e priorizando a contratação de trabalhadores locais, tornando-se o primeiro teatro da região do Entorno do Distrito Federal, no eixo Brasília-Anápolis.
Mais do que um espaço de espetáculos, é um gesto de fé no poder das artes, um símbolo de identidade e um convite para viver a cultura em sua forma mais pura, como encontro, aprendizado e esperança.
um palco de vida, arte e esperança!
Nossa história
A história do Teatro Marie Padille é feita de contrastes, encontros e raízes.
Edna veio do interior de São Paulo, filha de trabalhadores rurais que viveram da enxada e da cultura popular, das festas, das cantigas e das colheitas.
Hoje, Dra. Edna Pinato é CEO e Fundadora do Teatro Marie Padille, Produtora Cultural, Escritora, Neurocientista, Advogada, Reitora da Academia de Autoconhecimento GDM (Gestão Da Mudança), Contadora e Auditora Fiscal aposentada.
Edna uniu sua vasta experiência técnica, criativa e educacional para criar um dos projetos culturais mais inovadores do interior de Goiás, o primeiro Teatro construído e gerido sob os princípios ESG
É Produtora da Cia. de Ballet Marie Padille.
Arnoldo nasceu no Amazonas, em meio à cultura ribeirinha, onde o café da manhã é peixe fresco com tapioca e as histórias são contadas à beira do rio.
Arnoldo Jacaúna, CFO e Diretor de Experiência do Teatro Marie Padille, não se limita à gestão financeira e assume o desenho e a condução da experiência artística e sensorial do espaço. Por mais de 20 anos, une produção criativa de eventos temáticos com gastronomia de impacto em experiências imersivas que despertam e encantam todos os sentidos.
Com uma sólida trajetória no teatro, Arnoldo transforma cada detalhe em narrativa. Ele assina projetos singulares, onde estética, cultura e sabor se articulam de forma surpreendente.
Dra. Priscila Pinato, Diretora Pedagógica e Curadora de Ballet Clássico
Médica pediatra, Psicóloga, Psicopedagoga e Bailarina desde a infância, Priscila coordena os projetos pedagógicos do Teatro e assina a curadoria do ballet clássico. Sua experiência reúne formação técnica, sensibilidade artística e compromisso com a formação humana.
Atua como articuladora cultural, integrando saúde emocional, educação e arte em processos formativos voltados a crianças, jovens e adultos, com atenção à escuta, à técnica e à expressão artística.
Henrique Pinato, Diretor Técnico com sólida formação em hardware e tecnologia, é o responsável por garantir o pleno funcionamento técnico do Teatro.
Cuida da infraestrutura completa dos espetáculos, dos sistemas de som e iluminação à logística técnica, operação de riders e coordenação de backstage, fazendo com que cada evento aconteça com precisão, fluidez e excelência operacional.
Os quatro cresceram cercados de simplicidade e beleza. Assim, aprenderam a enxergar arte nas pequenas coisas. Desse encontro entre o campo e a floresta nasceu uma família que sempre acreditou que a cultura é parte da vida e da esperança e, por isso, é um direito de todos!
Em 2021, decidiram transformar esse ideal em realidade. Escolheram Alexânia-GO, cidade do Entorno do Distrito Federal, para fincar as bases do projeto. Entre duas capitais, mas distante das oportunidades culturais, Alexânia foi o solo fértil onde o sonho se enraizou.
Como costuma dizer a Dra. Edna:
“Onde nem o cinema chegou, o teatro ousou nascer.”
Nossa missão
Levar a arte, a cultura e o conhecimento para lugares onde eles ainda não chegaram, criando pontes entre o local e o global, entre o tradicional e o contemporâneo, entre o humano e o tecnológico.
Promovemos a arte como ferramenta de transformação pessoal e social, acreditando que cada espetáculo, cada curso, cada gesto artístico pode despertar conexão, alegria e esperança. Tudo isso em um espaço onde o futuro é cultivado pela sensibilidade.
Nosso propósito
Transformar pela arte, educar pelo belo
Para isso, entendemos que o nosso grande propósito é fazer da arte um bem essencial.
Queremos inspirar novas gerações de artistas, educadores e empreendedores criativos, fortalecendo a economia local e as redes culturais do Cerrado.

Nosso legado
Mais do que um edifício com 130 lugares, o Teatro Marie Padille é um palco de transformação.
Neste Teatro, a arte se torna ponte entre mundos.
O Cerrado se faz centro, de cultura, de beleza e de esperança.
O Teatro Marie Padille é, antes de tudo, uma história de amor:
pelo território, pelas pessoas, e pelo poder infinito da arte de despertar o que há de melhor em cada ser humano.
O Cerrado agora tem um palco... e um coração que pulsa cultura.
Quem é Marie Padille?


O Nome que Provocou Silêncios e Vozes
Teatro Marie Padille: entre a arte, a resistência e o respeito à diversidade
Fundado no interior do Brasil, o Teatro Marie Padille nasceu com a nobre missão de erguer um palco onde poucos ousavam sonhar - e com ele, carregava também a força simbólica de seu nome, escolhido em homenagem à atriz homônima, que carregava, desde o início a coragem, a beleza e a arte.
No entanto, desde sua criação, o teatro enfrentou olhares enviesados.
O motivo? A semelhança entre o nome "Marie Padille" e "Maria Padilha", entidade cultuada nas religiões afro-brasileiras, como a Umbanda e o Candomblé. Essa coincidência foi suficiente para despertar preconceitos, revelando um imaginário social ainda marcado pela intolerância religiosa no Brasil.
Curiosamente, não se considerou a renomada atriz brasileira Maria Padilha como uma possível fonte de inspiração para o nome do teatro, nem tampouco a origem da ancestral dos proprietários. Em vez disso, lideranças e vozes públicas optaram por associar o espaço cultural a práticas religiosas - questão de foro íntimo - promovendo uma leitura distorcida e preconceituosa. O resultado foi um julgamento público injusto, onde cultura e espiritualidade foram confundidas e levadas à execração.
Mas o que poderia ter sido um ponto de fragilidade transformou-se em símbolo de resistência. O Teatro Marie Padille abraçou a polêmica e a incorporou à sua identidade, firmando-se como um espaço de pluralidade, respeito e liberdade.
Hoje, o nome do Teatro Marie Padille representa a memória de uma atriz francesa, e também um lembrete poderoso:
a arte só cumpre seu verdadeiro papel quando enfrenta tabus, combate o preconceito e dá voz àquilo que muitos insistem em silenciar.
