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18/01/2026, 20h | Corpo em Serenata: dança, poesia e encontro no palco do Teatro Marie Padille

Atualizado: 22 de jan.

A Síntese Cia de Dança esteve no Teatro Marie Padille promovendo uma experiência formativa e artística que ultrapassou os limites da sala de aula e se estendeu ao palco. Bailarinos, estudantes e pesquisadores do movimento, a partir de 14 anos, participaram de um workshop especial de dança contemporânea, ministrado por Ary Cordeiro, coreógrafo e diretor artístico da companhia.



Durante a vivência, os participantes tiveram acesso aos exercícios, práticas corporais e laboratórios de criação que deram origem ao espetáculo Corpo em Serenata. Foi um mergulho profundo nos processos que articularam corpo, poética e construção cênica. Ao longo da aula, trechos coreográficos da obra foram compartilhados, permitindo que os alunos experimentassem, na prática, a linguagem e os princípios que sustentaram a criação.


No mesmo dia, o público assistiu à apresentação de Corpo em Serenata, ampliando a experiência ao reconhecer, em cena, os desdobramentos do processo vivenciado em sala. A relação entre prática e fruição fortaleceu o entendimento da obra e aproximou ainda mais artistas e espectadores.


Uma noite que ficou na memória


bailarinos da sintese cia de dança em ação no espetáculo corpo em serenata

Vivemos uma noite profundamente marcante no Teatro Marie Padille. Corpo em Serenata transformou o palco em um reencontro sensível com o amor, a saudade e a poesia brasileira. Coreografias contemporâneas dialogaram com canções eternas de Roberto Carlos, Vinicius de Moraes, Cartola, Elis Regina, Nelson Gonçalves e Nora Ney — músicas que tocaram a alma e ganharam corpo, gesto e emoção nos bailarinos.


A obra construiu uma ponte delicada entre o romantismo das antigas serenatas e a força da dança contemporânea: amores intensos, despedidas que doeram no peito, reencontros que aqueceram. A luz, os figurinos e a trilha sonora dialogaram com precisão, revelando um trabalho conduzido com rigor artístico e extrema sensibilidade.


No encerramento, os artistas tiveram uma conversa envolvente com a plateia, compartilhando processos e troca de afetos.

A casa cheia, os aplausos de pé e o clima de comunhão confirmaram aquilo em que acreditamos: quando a arte é verdadeira, ela cria vínculo, memória e pertencimento.

Seguimos com a certeza de que o Teatro Marie Padille cumpriu, mais uma vez, seu papel como espaço de encontro, formação e emoção — onde a arte encontrou o coração.

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