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20/12/2025, 20h | Cultura latino-americana em celebração: dança, música e diplomacia no palco do Teatro Marie Padille

Atualizado: 22 de jan.

20 de dezembro de 2025


bailarinos dançamos ritmos latinos abrilhantando o espetáculo musical

O 9º dia da Gala Inaugural do Teatro Marie Padille, em 20 de dezembro de 2025, foi marcado por energia, ritmo e celebração da diversidade cultural latino-americana. O palco se transformou em puro ritmo e animação ao reunir a Cia de Ballet Marie Padille e o Trio Son Latino, em uma noite que conectou povos, corpos e emoções.


Com uma proposta que resgatou, valorizou e reinventou ritmos tradicionais, o Son Latino apresentou uma experiência musical imersiva ao integrar sonoridades latino-americanas à riqueza da música brasileira. Formado por Jorge William (voz, trompete e violão), Lucas Roberto (voz e violão) e Rafael Eloy (voz, violão e viola), o trio conduziu o público por um repertório vibrante que mesclou bolero, guarânia, son cubano e bossa nova, com arranjos sofisticados e harmonias vocais marcantes.


No diálogo entre música e movimento, a participação especial da Cia de Ballet Marie Padille ampliou a beleza cênica da noite. A dança deu corpo e imagem aos ritmos, criando uma atmosfera contagiante, marcada por sorrisos soltos, corpos em movimento e uma plateia completamente envolvida do início ao fim.


A apresentação ganhou ainda mais significado com a presença de representantes diplomáticos internacionais, reafirmando o teatro como espaço de encontro entre culturas e nações. Estiveram presentes o embaixador do México Carlos García, o embaixador de El Salvador Luis Aparicio e a primeira-secretária da Embaixada do Uruguai Agustina Casavalle.

Também participaram da noite representantes do município, entre eles o vereador Márcio Braga e o chefe de gabinete Marques Zedex, celebrando junto ao público um momento em que diplomacia, cultura e alegria caminharam juntas.


Reconhecido como uma nova força da música regional goiana, o Trio Son Latino recebeu elogios de Fabián García, integrante do consagrado Buena Vista Social Club, que definiu o grupo como “Los Panchos com um toque de brasilidade”.


Foi dança. Foi encontro. Foi celebração da diversidade latino-americana.


Naquela noite, o Teatro Marie Padille reafirmou sua vocação: ser ponte entre culturas, mover corpos, aproximar nações e transformar cidades por meio da arte.

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