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26/07/2026 | Domingo Ágape: Uma Jornada de Amor que Continua

Atualizado: há 2 dias



Tudo começou em uma noite que ninguém esqueceu. Na Noite Ágape, sob a calorosa recepção da anfitriã Edna Costa, o Pastor Rômulo Augusto Borges subiu ao palco do Teatro Marie Padille e, muito além de pregar uma mensagem, fez um chamado ao coração. Falou sobre o amor ágape, aquele que serve, que perdoa, que acolhe e que permanece firme mesmo diante das tempestades. Um amor que está acima de qualquer dom, talento ou conquista, porque é o próprio alicerce sobre o qual se constroem vidas, famílias e comunidades.


Naquela noite, a mensagem não ficou só nos ouvidos: tocou almas. E lembrou a todos nós o motivo pelo qual esse espaço existe. O sonho de Edna Pinato, por trás do Teatro Marie Padille sempre foi este: usar a arte como caminho para o amor e para a fé, para que cada pessoa saísse daqui um pouco mais cheia de alegria do que chegou.


Foi esse espírito que nos fez transformar aquela noite em algo maior: um encontro mensal, agora batizado de Domingo Ágape: Uma Imersão Divina. Saímos da noite para a tarde de domingo, abrindo as portas para famílias, para quem evita sair depois que escurece, para quem simplesmente precisa de um intervalo de paz no meio da semana. Continua gratuito. Continua sendo música, palavra e comunhão. Continua sendo, acima de tudo, sobre amor.


A próxima edição: 26 de julho

E é esse amor que vamos aprofundar na nossa próxima Imersão, no dia 26 de julho, com o tema:


"O Legado Familiar: o amor que recebemos é o amor que ensinamos?"


Uma pergunta que cabe em qualquer história de família. Feliz, difícil, ainda em construção. Porque todo mundo recebeu algum tipo de amor, e todo mundo, sem perceber, está ensinando um também.


Para essa conversa, contamos com a presença especial de Abadia Henriques, que virá compartilhar suas reflexões sobre os laços que herdamos e a herança que escolhemos deixar para os que vêm depois de nós.


Como em toda edição, a tarde reúne a coreografia dos alunos da Escola de Artes Marie Padille a programação, o canto coletivo que aproxima toda a plateia em torno das mesmas letras, recebendo nesta edição a querida Jeniffer Costa, e a CIA de Ballet Marie Padille enriquecendo a experiência com sensibilidade e arte.


Uma tarde para sentir, para refletir e para sair diferente de como se chegou, assim como naquela primeira noite.



 
 
 

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