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Mangueiral Som ocupa o palco: quando o teatro se abre para a tradição local

O palco do Teatro Marie Padille nasce com um propósito claro: ser um espaço vivo, acessível e conectado com quem faz cultura no dia a dia. Por isso, abrimos nossas portas para artistas locais sem cobrança de locação e para o público sem cobrar ingressos, acreditando que a arte precisa circular, encontrar público e criar raízes.


É nesse espírito que recebemos, no dia 11 de janeiro, o Mangueiral Som.


O projeto nasceu em 2007, em Alexânia (GO), a partir de encontros simples e espontâneos na casa do artista Sankel. Nos fins de semana, músicos se reuniam sem roteiro ou obrigação: violas, vozes e instrumentos dividiam o mesmo espaço, em ensaios livres que logo começaram a atrair mais gente.

Quem chegava ficava. Quem ficava, cantava.


Com o tempo, essas rodas cresceram e se transformaram em um grupo de tocadores e cantadores dedicados à música popular e sertaneja de raiz.


Trazer o Mangueiral Som para o palco do Teatro Marie Padille é mais do que apresentar um espetáculo. É reafirmar nosso compromisso com a democratização do acesso à cena cultural. É dar visibilidade a artistas que, por muito tempo, não tiveram um espaço estruturado para mostrar sua arte. É fortalecer a identidade cultural local e reconhecer que ela se constrói a partir dessas vozes, desses encontros e dessas histórias compartilhadas.


Aqui, o palco não é um privilégio. É um convite.


A população está convidada a ouvir, cantar junto e celebrar a música de raiz que nasce do povo e volta para o povo.


Entrada livre.

A roda está aberta.

 

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